19/10/2019 às 01:55

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Comprar imóveis em leilão tem se mostrado ser uma boa opção para quem quer economizar e conseguir realizar o sonho da casa própria com investimento abaixo da média de mercado. Em alguns casos, é possível arrematar imóveis com descontos de até 50%, mas embora a oportunidade de economia seja atraente e segura, é preciso se atentar a algumas informações antes de dar o seu primeiro lance.

O leiloeiro Antonio Sato, da Sato Leilões, principal empresa do ramo no Brasil, aponta quais são os 5 passos fundamentais a serem seguidos para ser bem sucedido na compra de imóveis nesta modalidade. Confira:

1- Verificar o site da empresa

Este é o primeiro e mais importante passo. Verificar o site da empresa de leilões e do leilão que irá ser realizado é muito importante. Através do site você consegue não apenas ter mais informações sobre a oportunidade, acessar o edital e até mesmo ter informações que permitam verificar a idoneidade e reputação da empresa no mercado.

2- Visitar o imóvel, se possível

Ideal antes de dar lances para o arremate é visitar o imóvel que está sendo leiloado. Muitas vezes, é possível fazer a visita ao imóvel, agendando diretamente com a empresa responsável pelo leilão. Vale a pena para conhecer as reais condições em que se encontra, olhar a vizinhança e ver com mais detalhes tudo sobre o bem que se deseja adquirir.

3- Leia o edital, cadastre-se e se habilite-se

É imprescindível fazer uma leitura detalhada do edital, pois ele é que dirá quais são as ‘regras do jogo’. Depois, se cadastrar no site do leiloeiro e se habilitar para o leilão, segundo as regras e condições de cada oportunidade. É preciso se atentar as regras do leilão para nao ocorrer possíveis surpresas após a arrematação.

4-Se atentar às informações de pagamento

Muitos leilões aceitam financiamentos para o arremate, como uso do FGTS e soluções de crédito diversas, não sendo sempre necessário ter o valor à vista. Consulte as informações referentes a pagamento antes de se cadastrar e efetivar o seu primeiro lance.

5 – Informe-se sobre possíveis gastos com o bem de seu interesse após a arrematação

Em um leilão você pode comprar bens muito abaixo do valor de mercado, mas procure se informar de todos os gastos que podem ser necessários, como documentação ou comissões. Se for um imóvel que ainda esteja ocupado, importante ver também se será necessário entrar com ação judicial de despejo, por exemplo.

Especialista Rafael Scodelario revela quais serão os impactos da redução dos juros do financiamento habitacional da Caixa

Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa MF Press Global e não é de responsabilidade da Por Dentro de Minas

18/10/2019 às 17:29

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Segundo Rafael Scodelario, especialista do mercado imobiliário, o anúncio da redução dos juros e a nova linha de credito, corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), representam um grande marco na facilitação de acesso à moradias:

“Estamos em um novo patamar no crédito habitacional brasileiro. A facilitação na compra de imóveis esta aumentando e o mercado esta reagindo positivamente a tudo isso. O setor da habitação, um dos maiores propulsores da nossa economia, merece grandes medidas como essas que beneficiam em muito aqueles que buscam realizar o sonho da casa própria”.

Para Scodelario, o movimento de corte de juros anunciado hoje pela caixa acompanhou as medidas anunciadas por outros bancos: “Esperamos um mercado para tomada de crédito mais competitivo. Se os outros bancos seguirem a tendência, então teremos opções e negociações mais justas no mercado, como estamos vendo atualmente”, conclui.

17/10/2019 às 20:21

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Sayde Diógenes Bayde, CCO da Mob Telecom, operadora com ênfase em tecnologia nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do país explica que determinadas medidas podem ser tomadas em favor da segurança da informação: “Hoje, muitas empresas têm grandes prejuízos com ataques cibernéticos, perda de dados e falhas de conexão de uma internet que não oferece um serviço desejado quando se mais precisa. Então acredito que a primeira coisa a ser feita é investir em segurança, tecnologia e confiabilidade. O custo de não investir é muito superior aos custos de investimento em infraestrutura e segurança. A importância da segurança de informação reside no fato de que ela não garante apenas uma proteção contra invasores externos, mas também previne o comprometimento das informações de maneira interna”.

Um levantamento da National Retail Federation nos Estados Unidos detectou que cerca de 90% das invasões que acontecem no meio corporativo são direcionadas aos sistemas de pequenas e médias empresas. Segundo o levantamento, o custo de médio das vulnerabilidades foi o suficiente para aumentar as despesas nessas companhias em cerca de 36.000 dólares por ano: “o problema é que além das medidas adicionais que passam a ser necessárias após um ataque cibernético, se tornando uma fonte de gastos extra, essas empresas sofrem ao perder a confiança de parceiros e clientes. Um ataque virtual pode tirar sua companhia do mercado para sempre”, afirma Sayde.

Soluções de segurança da informação 

O CCO da Mob Telecom especifica os investimentos que devem ser feitos para garantir a segurança dos dados em uma empresa: “Temos oferecido aos nossos clientes soluções como redes privadas de comunicação de dados, recuperação de desastres, backup e mobilidade na nuvem, e links exclusivos de alta velocidade. Além do firewall e de toda proteção de rede de ponta a ponta encriptada, investir nestes itens de infraestrutura é fundamental como solução do problema”.

Segundo o executivo, é preciso também ter em mente que a questão do backup de informações é crucial para a segurança de dados, e que nem todas as soluções disponíveis no mercado são confiáveis: “Muitas empresas realizam a sua própria rotina de backup, que é gerenciado por sua equipe interna de TI, mas não fazem de forma 100% confiável, pois a rotina destas equipes não está focada em realizar testes e analisar se os dados estão rodando devidamente. Sem este devido cuidado, mais à frente, podem acabar tendo a percepção de que a topologia de backup está sendo feita de forma equivocada”.

09/10/2019 às 21:02

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Em uma medida surpreendente, o Ministério da Economia, capitaneado por Paulo Guedes, após zerar impostos de medicamentos que combatem AIDS e câncer, adotou a mesma medida para centenas de produtos, como equipamentos médicos, de informática e para a indústria, somando 1.189 produtos, através da Portaria Nº 2.024, de 12 de setembro de 2019, publicada 16 de setembro no Diário Oficial da União e que entrou em vigor dois dias úteis a partir da data de publicação.

O advogado tributarista Eliézer Marins vê as medidas tomadas pelo governo com bons olhos, e acredita que este caminho, já adotado por países desenvolvidos, pode ser benéfico para o país e principalmente para o cidadão: “Menos impostos significa menos interferência do Estado, e nesse caso em específico, o tipo de interferência positiva que é sentida de forma mais direta pelo cidadão, com alívio no preço que paga por mercadorias e serviços. Como tributarista vejo como uma excelente medida do Governo Federal, e esperamos que os governadores e prefeitos sigam na mesma linha, reduzindo impostos na esfera estadual e municipal”.

A título comparativo, o advogado tributarista traça um paralelo entre Brasil e Estados Unidos no que tange ao preço final de produtos e bens de consumo: “Naturalmente a redução promulgada pelo governo é apenas uma gota no oceano de tributos que temos no país, mas é um passo positivo na direção de maior liberdade econômica e custo de vida mais baixo. Em relação a um comparativo da diferença e do impacto no valor final do produto proporcionado pela carga tributária, costumo comparar alguns números. Celular nos EUA tem impacto de 7% a mais no valor final devido a imposto contra  40% no Brasil. A Gasolina nos EUA 7%, no Brasil 62%, Energia elétrica 8% (EUA) contra 48% (Brasil) e carros têm 7% de seu preço final em impostos nos EUA contra 36% no Brasil. Algo precisa ser feito quanto a isso”.

Quanto ao temor de que o corte de impostos gere prejuízo e diminua a arrecadação do governo, impedindo até mesmo o financiamento de programas sociais e ocasionando novo contigenciamento em saúde e educação, Eliézer aponta que isto não necessariamente ocorreria se o governo cobrar menos impostos: “quem gera riqueza é a iniciativa privada e não governos. Quando você corta impostos o que acontece é que o consumo é estimulado, e com o aquecimento da economia, novos postos de trabalho são gerados, trazendo maior arrecadação devido ao aumento da riqueza e do dinheiro circulante, não da carga tributária. Se assim fosse, países europeus e o próprio Estados Unidos estariam com os cofres públicos esvaziados, já que na prática cobram muito menos impostos que o Brasil, e o que vemos é completamente o oposto”.

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