da Agência Brasil 

Para conseguir interessados, a Secap e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) flexibilizaram as exigências em relação à tentativa de leilão de maio, que não ocorreu por falta de propostas.

O número de parcelas da empresa vencedora foi dobrado de quatro para oito. O tamanho mínimo das empresas foi reduzido. Em vez de faturarem pelo menos R$ 1,2 bilhão com loterias semelhantes, os concorrentes deverão faturar R$ 560 milhões.

A concessão da Lotex vale por 15 anos. Segundo o Ministério da Economia, o valor mínimo para a parcela inicial referente à outorga é de R$ 96,9 milhões, com outras sete parcelas fixas a serem pagas anualmente no valor R$ 103 milhões, corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O processo de concessão da Lotex arrasta-se há três anos. Em janeiro de 2016, a loteria foi incluída no Programa Nacional de Desestatização.

Em outubro do mesmo ano, o BNDES foi designado o responsável pela execução e acompanhamento do processo. Em junho de 2018, a primeira tentativa de leilão não atraiu concorrentes, seguida de outra tentativa sem sucesso em maio deste ano.

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