O escritório Sotero Arquitetos, que tem à frente Adriano Mascarenhas e Viviane Vieira, assina a Bilheteria da Casa Cor Bahia 2019.

A coluna tem a satisfação de apresentar aos leitores uma nova escritora e poetisa baiana, a talentosa Carolina Freitas, que faz poesia em versos e quando escreve prosa, como vemos nesses microcontos por ela selecionados. A própria Carol se entende uma viajante ao redor das palavras e no seu texto inquieto, direto, intrigante, voluptuoso e fácil de ler, ela se mostra questionadora, guardando um tanto de força e garra femininas, feministas, garra da mulher. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

A médica, pesquisadora e escritora Helenita Monte de Holanda, que há anos percorre o interior da Bahia e de outros estados nordestinos, levantando lendas e mitos, conhecendo gentes e seus costumes, ouvindo figuras interessantíssimas, nos conta duas histórias do vasto acervo que recolheu. São histórias ricas e muito pouco ou quase nada conhecidas pelos habitantes dos grandes centros urbanos sempre correndo para ganhar a vida e, se possível, ser vitoriosos. Carlos Navarro Filho

Legião Urbana é um grupo que marcou uma geração nos anos 1980 e ainda consegue passar mensagens importantes nos dias de hoje, já que suas músicas são atemporais e conversam com os acontecimentos da atualidade. A banda encerra em Salvador, neste domingo (27), sua turnê de 30 anos dos álbuns “Dois” e “Que País é Este?”, lançados, respectivamente, em 1986 e 1987. Com músicas como “Faroeste Caboclo”, “Índios”, “Tempo Perdido” e “Eduardo e Mônica”, Dado Villa-Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria) se juntam a André Frateschi no vocal, à guitarra e violão de Lucas Vasconcellos, aos teclados e programações de Roberto Pollo e ao baixo de Mauro Berman para se apresentar na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 19h. “Salvador tem um astral muito específico, é muito Salvador, é muito bom chegar aí, e espero que isso que eu estou mentalizando aconteça tudo de novo, porque é uma experiência muito boa!”, destaca Dado Villa-Lobos ao Bahia Notícias. Apesar de estar feliz com a resposta do público em relação ao show e de voltar mais consciência ao palco para tocar as músicas dos dois álbuns, o guitarrista confessou ficar triste por interpretar “Que País é Este?”, já que é uma canção que vem sendo utilizada por manifestações de diferentes vertentes aqui no Brasil. Um exemplo é a utilização pela extrema direita ao buscar uma ruptura da democracia. “Eu sinceramente acho patético, enfim, eu fico muito triste até de cantar essa música, porque já deu. Mas a extrema direita com seu discurso homofóbico, extremamente violento, partidário e exclusivista, não tem valor pra mim. Quer dizer, não tem nada a dizer, esses caras só pensam em gerar notícias, e notícias sem argumentos, não há mais argumentos, como: ‘vamos buscar então um argumento, canta aí Que País é Este?’, entende? Porque ali não existe ideia e argumentação válida que diga e fale pra pessoas esclarecidas. É triste. Estamos vivendo momentos estranhos, no mundo todo”.  Na entrevista, o artista ainda fez uma análise sobre a atemporalidade da Legião, o amadurecimento do grupo com o passar dos anos e ainda deu esperanças aos fãs sobre uma nova turnê para celebrar o álbum “As Quatro Estações (1989)”. “É um disco que tem uma força muito grande pra gente, foi o começo de um novo ciclo da Legião […] ele abriu novas portas, novas percepções musicais, então a ideia seria fazer”. 

As mulheres interessadas em participar do concurso para Deusa do Ébano já podem se inscrever. O Ilê Aiyê abriu as inscrições para a 41ª Noite da Beleza Negra nessa quarta-feira (23) e as moças terão até 31 de dezembro para fazer a requisição através do site do grupo (clique aqui), pelo link direto do formulário (clique aqui) ou presencialmente, na sede do bloco, na Senzala do Barro Preto, localizada na Ladeira do Curuzu.

 

 

 

Coffeetown Salvador funcionará dentro da Casa Cor Bahia.

O espetáculo, “Diga quem é você”, do projeto ‘Aprendiz em Cena’, retrata através de encenações a visão de mundo dos cursistas, a marginalização da juventude nas periferias, o assassinato nas comunidades, além de abordar temas como racismo, abuso sexual e homofobia. O encerramento do primeiro módulo do projeto no Mercado Iaô, na Ribeira, contou com a apresentação da mostra artística e deu a oportunidade aos jovens de mostrarem o resultado do trabalho desenvolvido ao longo de quase seis meses de curso. 

Depois do encontro fracassado com Carlos Imperial, que desprezou a banda, Raulzito e Os Panteras foram tentar a sorte na gravadora CBS. Estavam no corredor, aguardando o teste, quando Roberto Carlos passou por eles. “Você sabe quem somos?”. Roberto respondeu: “Claro, são Raulzito e Os Panteras, lá da Bahia”. 

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