Seminário do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação debate experiências inspiradoras do turismo no Brasil

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Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.

Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

Entre as 1.329 atividades econômicas mapeadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Brasil, pelo menos 21 têm relação direta com o turismo (hotéis, agências de viagem, receptivos etc.). Somam-se a mais 191 compartilhadas entre moradores do destino e turistas (padarias e restaurantes, por exemplo). Há ainda outras 142 indiretas e 217 independentes, que se beneficiam do aquecimento da demanda turística. Um total de 571 atividades impactadas.

O levantamento feito pela pesquisadora e presidente do Conselho de Turismo da Fecomercio-SP, Mariana Aldrigui, aponta a relevância do setor para a economia. Um papel transversal ainda pouco compreendido no País, onde as políticas públicas carecem de continuidade e de integração com outras áreas. “O turismo não está sozinho. É preciso ter relação com infraestrutura, saneamento, segurança etc. Só com uma agenda de curto, médio e longo prazos poderá crescer de forma sustentável”, corrobora o especialista em Turismo da Fundação Getúlio Vargas, André Coelho.

Na prática, o setor amarga encolhimento constante de recursos. De 2010 para cá, o orçamento do Ministério do Turismo foi reduzido em mais de 75%, caindo de R$ 4,1 bilhões para os R$ 842,2 milhões previstos para este ano. Após o contingenciamento que atingiu quase todas as áreas do governo, o montante ainda sofreu outro corte drástico, reduzindo-se a menos da metade do valor planejado para 2019. Restaram R$ 391 milhões para ações em todo o País, sendo R$ 9,5 milhões destinados Pernambuco.

Com verbas cada vez mais escassas, o setor precisa pensar em estratégias interdisciplinares que aliem poder público e iniciativa privada. Para debater esses caminhos, o Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) realiza nesta quarta-feira (27) o Seminário Soluções Urbanas – Turismo, que reunirá especialistas, profissionais do trade, empresários, gestores públicos, estudantes e demais interessados no tema. A ideia é compartilhar experiências desenvolvidas em diferentes partes do Brasil.

As inscrições para o evento já estão abertas, são gratuitas e podem ser feitas até o dia 26 pelo e-mail [email protected] ou no site www.jc.com.br/seminariojc. O encontro ocorre das 8h às 12h30, no auditório do SJCC na Rua do Lima, em Santo Amaro. Esse é o segundo de uma série de seminários que o Sistema promove para discutir questões essenciais ao desenvolvimento dos municípios e do Estado. O primeiro, sobre habitação, aconteceu em setembro, e os próximos serão sobre mobilidade e saneamento.

O evento desta quarta está dividido em dois painéis. O primeiro trata da relação entre “O turismo e a economia”, com a participação de Marcela Pimenta, diretora da Turismo 360 Consultoria e consultora da Organização Mundial do Turismo; de Marcelo Bento Ribeiro, diretor de Relações Institucionais e Alianças da Azul Linhas Aéreas; e de Ana Paula Vilaça, secretária de Turismo do Recife. Já o segundo painel traz as “Experiências consolidadas” no País. Os convidados são Cláudio Tinoco, secretário de Turismo de Salvador; João Alfredo de Castilhos Bertolucci, prefeito de Gramado; e Laíse Costa, secretária executiva do Conselho de Turismo de Paraty.

Para que o Brasil veja as experiências positivas se multiplicarem e se consolide como um destino competitivo no mundo, os investimentos devem ser menos erráticos, atesta a especialista ambiental da divisão de Recursos Naturais e Turismo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Denise Levy. “É preciso considerar, além do aspecto econômico, o social e o ambiental, principalmente em um país cujas cidades mais turísticas estão na costa. Os governos em todas as esferas têm que assumir suas responsabilidades.”

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