Apresentador explica ao G1 como histórias são selecionadas e roteirizadas para o programa exibido na Globo e no GNT. ‘Até no dia da gravação a gente dá uma adaptada na história’. Quem assiste ao “Que história é essa, Porchat?”, na Globo ou no GNT, pode ficar se perguntando: como é que faz para achar tantos causos surreais da plateia e dos famosos?
Ao G1, Fábio Porchat contou que as pessoas costumam pará-lo na rua para contar casos. “Isso tem acontecido muito”, explica ele.
“As pessoas amam me contar histórias, porque eu estou atrás caçando mesmo, em busca delas. Já aconteceu, sim, de alguém me contar uma história boa, eu pegar o telefone da pessoa e passar pra produção.”
Porchat com convidados do programa ‘Que história é essa, Porchat?’
TV Globo/Juliana Coutinho
Claudia Raia, Regina Casé, Marcelo Serrado, Fernanda Torres, Ivete Sangalo, Fátima Bernardes, Chay Suede, Deborah Secco e Cauã Reymond são algumas das personalidades que passaram pelo programa na primeira temporada.
Porchat explica que há pré-entrevistas, seleção de histórias e até uma roteirização antes de chegarem à versão que você vê na TV.
Ele ouve tudo antes e, com a equipe de roteiristas do programa, opina na contação de casos. É importante não ter a chance de rolar uma história ficar comprida demais ou com final sem impacto.
“Eu ouço tudo antes e os roteiristas também. Juntos, a gente edita a história da pessoa. A gente dá uma orientada na pessoa”, explica Porchat.
Geralmente, os convidados apresentam três opções de história, mas só uma é contada. “Até no dia da gravação a gente dá uma adaptada na história.”
O DNA do programa é ter histórias intrigantes, que prendem a atenção do público. A curadoria é de Porchat e da redotora final do programa, Paula Miller.
As opções de histórias dos convidados são ouvidas em áudios. Além de ser famoso, o artista tem que saber contar um bom caso.
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