Está circulando nas redes sociais um vídeo em que a cardiologista Ludhmila Hajjar canta para a ex-presidente Dilma Rousseff. A médica foi cotada para assumir a pasta da Saúde no lugar de Pazuello, mas recusou o cargo por divergir de Jair Bolsonaro quanto a questões do lockdown e tratamento precoce. No vídeo, que é de 2015, quando Dilma ainda estava na Presidência da República, está também, ao lado de Ludhmila, o cardiologista Roberto Kalil Filho. Na ocasião, a petista era paciente dos dois. O vídeo tem sido alvo de críticas por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Ludhmila tem dito, inclusive, que, desde que veio a público a possibilidade de assumir o Ministério, ela tem recebido ataques por mensagens e até ameaças de morte. Dilma não foi a única política que a cardiologista e Kalil Filho cuidaram. Eduardo Pazuello e o ministro Tarcísio de Freitas foram tratados por eles enquanto estiveram internados com a Covid-19. Além deles, também passaram pelas mãos da dupla de cardiologistas Paulo Maluf, José Sarney, José Serra, Michel Temer, Lula e Davi Alcolumbre. Os médicos reiteram que são apartidários e técnicos.

*Com informações da repórter Camila Yunes