O Presidente da Embratur cobrou mais verbas do Congresso e apostou em uma retomada rápida no segundo semestre, com o avanço da vacinação contra a Covid-19. Em audiência na Câmara, nesta sexta, 21, Carlos Brito destacou ser possível adotar campanhas para atrair visitantes de outros países. Nessa semana, a Espanha recebeu a primeira feira internacional do setor, desde o início da pandemia, em 2020. O presidente da Embratur fez um pedido aos parlamentares em favor de recursos. “A Embratur está trabalhando junto com o Ministério do Turismo e os demais ministérios para que a gente possa, com essa união, fortalecer cada vez mais o nosso setor. Precisamos realmente da força do Congresso. A Embratur precisa de orçamento. O Brasil é um dos destinos mais procurados no mundo, mas, com o gargalo que temos, falta recurso para que possamos colocar o Brasil na prateleira”, argumenta.

A Embratur foi transformada em agência e ficou de fora do orçamento pela primeira vez. A verba agora é obtida por meio de parcerias e exploração da marca do Brasil. Já o Ministério do Turismo teve direito a fatia de R$ 2 bilhões em 2021. Recém chegado da Europa, o presidente da Embratur Carlos Brito reiterou que, depois da pandemia, o país precisa atrair mais visitantes do exterior. “A gente estava apenas visitando a feira, participando de reuniões e fomos abordados por vários representantes de vários países querendo fazer alinhamento com a nossa agência para que possa trazer os turistas de seus países para o Brasil”, diz. De acordo com o presidente da Embratur, o Brasil deve ampliar rotas para o exterior com partidas fora do eixo Rio-São Paulo. Uma das ideias é criar linhas de saídas do norte e do nordeste em direção a destino como Punta Cana, na República Dominicana.

*Com informações da repórter Nanny Cox